Vila das Rainhas e Ginja D’Arte são “Prémio 5 Estrelas”

O licor de ginja d’Óbidos “Vila das Rainhas” e os produtos alimentares “Ginja D’Arte” foram as marcas vencedoras do Prémio Cinco Estrelas, na categoria Licor de Ginja e Confeitaria Regional, alcançando a preferência dos consumidores e especialistas.

Marina Brás, proprietária da Frutóbidos, empresa na qual se produzem ambas as marcas, sediada na Amoreira, Óbidos, afirma que “esta distinção tem muito valor, tendo em conta que reflete a opinião dos consumidores”. Acrescenta ainda que “esta distinção vem ajudar a empresa e os seus produtos a afirmarem-se, cada vez mais, não só no mercado nacional, como também internacional”. Para ler a notícia completa clique aqui.

 

in Obidosdiario, 05-01-2017

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Esclarecimento nº1/G/2016 da DGAV relativo à Aplicação do Regulamento (UE) 1169/2011

 

Tendo em vista aclarar algumas questões que, com frequência, têm sido suscitadas pelos operadores do sector alimentar, bem como criar uma ferramenta para resolver de forma célere as incertezas na aplicação do Regulamento (UE) 1169/2011, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, publicou o seguinte esclarecimento: ver aqui.

 

in Dgav, 24-11-2016

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Bel Portugal nomeada no European Business Awards 2016/17

O Programa de Leite de Vacas Felizes da marca açoriana Terra Nostra, que deu origem ao primeiro leite de pastagem em Portugal, está nomeado para os “European Business Awards 2016/17”, na categoria “Portuguese Champion on the Environmental & Corporate Sustainability”.

A iniciativa designa de “National Champion” as empresas que alcançam um lugar na “short list” da iniciativa europeia que pretende reconhecer e promover a excelência, as boas práticas e a inovação nas empresas.

A marca da Bel Portugal vai passar por um sistema de votação até ao próximo dia 1 de março, candidatando-se, assim, ao título de National Public Champions, alcançando um lugar de destaque entre as empresas que se encontram em concurso.

A Bel está ainda a concorrer para o prémio Ruban d’Honneur, um galardão atribuído por um painel de jurados, tendo como base três indicadores: inovação, excelência e sustentabilidade de negócio.

in Hipersuper, 11-01-2017

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Seminário AESE - Executive & Coach

A PortugalFoods divulga:

 

Seminário AESE - Executive & Coach - 23 e 24 Jan 2017

 

Muito mais do que um gestor de competências e de desempenho, o Executivo de hoje deve ser um autêntico Coach junto dos seus colaboradores, potenciador de uma cultura de desenvolvimento pessoal, profissional e de superação, com um impacto imediato e imprescindível na sua organização.

Desenvolver o talento das pessoas é um desafio constante dos dirigentes. Não é suficiente implementar sistemas de desenvolvimento de competências e de avaliação de desempenho, mas é também essencial que, aqueles que dirigem pessoas, saibam treinar e promover a autonomia responsável dos seus colaboradores. Para isto, os métodos de Coaching são altamente eficazes e o Executivo pode transformar-se num verdadeiro Coach dos seus colaboradores.

Estes temas serão abordados no seminário "Executive & Coach" que se realiza a 23 e 24 de janeiro na AESE, para mais informações clique aqui.

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The ISPIM 2017 PhD Dissertation Award

A PortugalFoods divulga:

 

The ISPIM 2017 PhD Dissertation Award

Se terminou o seu doutoramento em Gestão de Inovação durante o ano de 2016 é elegível para concorrer ao Prémio de Doutoramento em Gestão de Inovação ISPIM 2017.O vencedor irá receber um prémio monetário no valor de 2 500€, sendo que aos restantes dois lugares do pódio será atribuído um valor de 1 500€.

O prazo para candidaturas termina dia 31 de janeiro de 2017, para mais informações clique aqui.

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AgroFood Portuguese Cluster quer aumentar exportações do agroalimentar em 16% até 2020.

O setor agroalimentar português está a "fervilhar". A PortugalFoods, o InovCluster, o AgroCluster e a Portugal Fresh acabam de criar o AgroFood Portuguese Cluster, cujo reconhecimento público deverá receber "luz verde" do IAPMEI neste início de 2017.

Em entrevista à Vida Económica", o presidente do Concelho de Administração da PortugalFoods, estrutura que vai articular e liderar o novo cluster, revela as metas apresentadas ao Governo para concretizar até 2020: "comprometemo-nos com um aumento do volume de negócios das empresas associadas em 6,1%, assim como um aumento do VAB (das mesmas) em 4% e um crescimento em 16% das respetivas exportações".

Para Amândio Santos não há dúvidas: "temos de continuar a crescer, dentro e fora de portas". E com a criação da AgroFood Portuguese Cluster "as sinergias e as oportunidades são imensas".

 

Para ler a notícia na integra, clique aqui.

 

in Agrovida, 10-01-2017

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Mediterranean Diet Roundtable 2017

A PortugalFoods divulga:

 

Mediterranean Diet Roundtable 2017

 

Este evento irá realizar-se nos dias 15 e 16 de Maio na cidade de Boston.

O Mediterranean Diet Roundtable é um evento exclusivo de networking, que reúne um amplo painel de decisores da indústria alimentar dos EUA, além destes, juntam-se ao painel médicos, nutricionistas e diretores de programas de Food Service.

O objetivo é promover a dieta mediterrânea junto do consumidor final enquanto capacitadora de uma alimentação saudável.

Para informações mais detalhadas sobre o programa, clique aqui e/ou contacte:

John Marino | Marino Consulting

3233 K Street, NW | Washington, DC 20007

www.MarinoLLC.com | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

240-994-6861

 

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Frulact investe 18 milhões em fábrica no Canadá

Empresa de preparados de fruta já tem metade da faturação a vir do exterior.

A empresa portuguesa Frulact, especializada em preparados à base de fruta para a indústria alimentar, vai investir 18 milhões de euros numa nova fábrica do Canadá , geografia escolhida para reforçar a ligação ao mercado norte-americano.

“A Frulact definiu o mercado norte-americano como prioritário para suportar a sua estratégia de crescimento e globalização” devido ao seu potencial, diz ao Dinheiro Vivo João Miranda, presidente da Frulact, acrescentando que este é já o terceiro continente “onde estaremos presentes com instalações industriais”. Para já, o mercado norte-americano tem um consumo de iogurte, por exemplo, três vezes abaixo da média europeia e, por isso mesmo, João Miranda acredita “no potencial de crescimento” e quer dar cartas neste segmento.
 
Questionado sobre a aposta no Canadá, o presidente da Frulact explica que a decisão resulta de um percurso de cinco anos, “com a formação de equipas especializadas em áreas chave, a interagir com o mercado norte-americano, e a conhecer as suas reais características e especificidades. Foi feita uma análise desde o consumidor aos nossos concorrentes, e foi com esse conhecimento, que decidimos investir no Canadá”, mais concretamente em Kingston, a poucos quilómetros da fronteira da Costa Leste, explica, admitindo contudo que foram estudadas outras geografias antes de fechar a localização final da nova fábrica.
 
Esta nova unidade vai produzir ingredientes para incorporação em produtos lácteos, gelados, pastelaria, bebidas e molhos, explica o responsável. Quando a nova unidade estiver concluída a Frulact contará com sete unidades: duas fábricas na Covilhã, uma em França, duas em Marrocos e uma na África do Sul. “Temos sede na Maia, com 140 pessoas, onde temos também o FRUTECH – Centro de IDI de suporte ao Grupo (com 45 técnicos). Esta é a estrutura de suporte a todas as nossas plataformas industriais”, especifica João Miranda. A Frulact está também a estudar um investimento uma nova fábrica nos próximos anos mas ainda não está definida a sua localização. Em 2017 o grupo Frulact empregará cerca de 700 pessoas, revela ainda o presidente do grupo.
 
Questionado sobre os resultados financeiros do grupo em 2016, João Miranda revela que a faturação chegará aos 110 milhões de euros mas escusa-se a avançar previsões de crescimento para 2017. O objetivo do grupo é “globalizar a presença da Frulact, pelo que, queremos ir criando manchas de influência”, explica João Miranda, admitindo contudo que este é um processo longo. A Frulact já produz fora de Portugal cerca de 50% do seu volume de negócios. Desta produção, 95% é direcionada para exportações, principalmente para a Europa e para o Médio Oriente. 
 
in DINHEIRO VIVO, 30-12-2016
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