Notícias Associados

Fondants Primus distinguidos com Prémio Cinco Estrelas

A Maxiprimus, empresa associada da PortugalFoods que desenvolve e comercializa produtos alimentares sob congelação, está no mercado das sobremesas premium há mais de 8 anos e a sua gama de fondants da marca 'Primus' acaba de ser distinguida com o Prémio Cinco Estrelas 2016!

Esta edição do prémio distinguiu 69 produtos e serviços, avaliados por cerca de 28 mil consumidores segundo 5 variáveis: Satisfação que proporcionam, a relação preço-qualidade, a intenção de compra ou recomendação, a confiança na marca e o caracter de inovação. Mais informação aqui.

A PortugalFoods parabeniza assim a sua Associada Maxiprimus por este primoroso reconhecimento!

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A inovação que sabe bem

Tantas vezes levamos a colher à boca, nos mesmos gestos quotidianos, que não nos lembramos que por trás de um apetitoso iogurte de morango podem estar muitas fórmulas científicas, muito conhecimento aplicado e o trabalho de inúmeros engenheiros e investigadores. A indústria agroalimentar portuguesa está a conquistar espaço e prémios lá fora. Contudo, apenas três empresas lusas do sector têm sistemas de gestão de inovação certificados: Frulact, Imperial e Mendes Gonçalves. A utilização de novas tecnologias ou, simplesmente, de matérias-primas mais orgânicas é a chave para uma indústria que se quer diferenciada na conquista de novos mercados internacionais

Confira a notícia completa aqui.

in EXAME/EXPRESSO, 02-04-2016  

 

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Conserveira do Sul em entrevista à Grande Consumo

A Conserveira do Sul, empresa associada da PortugalFoods, foi fundada em 1954 por António Jacinto Ferreira, na região de Olhão. Hoje, sob a gestão dos netos do fundador, a Conserveira do Sul "está bem e recomenda-se". Quem o diz é Jorge Ferreira, diretor comercial da unidade conserveira que é lider nacional no mercado dos patés e que, mantendo toda a sua identidade, está a abordar os mercados externos com novas propostas de valor que atestam toda a qualidade da conserva portuguesa.

Confira a entrevista completa na Revista Grande Consumo (pág. 40 e 41)!

in Grande Consumo, 23-03-2016

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Paladin “triplica” vendas em mercado alemão

A Paladin, marca portuguesa de temperos detida pela Mendes Gonçalves, “triplicou as vendas na Alemanha” em seis meses de atividade. A marca sediada na Golegã “cresceu 65% nos últimos três anos”, tendo aumentado o número de postos de trabalho “em 15% em 2015”.

O mercado alemão tornou-se o “décimo mais relevante para as vendas da portuguesa Paladin”, dá conta em comunicado a marca da Mendes Gonçalves, que em Fevereiro passado inaugurou uma plataforma logística para “acompanhar o crescimento das vendas e a internacionalização”.

No total, a marca já lançou mais de 200 referências para um universo próximo dos 200 milhões de consumidores. Atualmente, os “temperos de Portugal”, produzidos em cerca de 90% com matéria-prima nacional, circulam em mais de 30 mercados, incluindo países do norte de África e Médio Oriente como Marrocos, Argélia, Líbia e Jordânia ou Arábia Saudita, Israel e Kuwait.

Segundo o administrador da marca, Carlos Gonçalves, “a fórmula criada pela Paladin para a internacionalização baseia-se no desenvolvimento e adequação de produtos específicos a cada mercado, sempre com o toque “à portuguesa””.

 

in Hipersuper, 16-03-2016

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Vieira de Castro vende em 50 países

A Vieira de Castro é a maior exportadora de bolachas e amêndoas do País. Fundada em 1943, começou por ser uma pequena confeitaria e só mais tarde iniciou a actividade industrial. Hoje é líder portuguesa na produção de vários produtos alimentares e já conquistou mercados em todo o Mundo, do Japão aos EUA. A partir de três fábricas em Portugal, a Vieira de Castro produz, por ano, 15 mil toneladas e exporta cerca de metade para mais 50 países.

Leia a notícia completa aqui. Reportagem também disponível aqui.

in Jornal de Negócios, 16-03-2016

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LIKORIS distinguido com Medalha de Prata

O Licor com Ouro e Prata - LIKORIS – da empresa Quantum acaba de ser distinguido com Medalha de Prata no Concurso ProSpirit - Premium Select Spirits International 2016 (Alemanha) promovido pela Selection Das Genussmagazin.

A PortugalFoods parabeniza a sua Associada Quantum por este reconhecimento!

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Artigo de Opinião Direção-Geral de Saúde

Sal, o inimigo público número um

O mar salgado que nos rodeia tem moldado a nossa existência e, como não podia deixar de ser, a nossa comida, expressão máxima da cultura mediterrânica. Não admira por isso que o garum português (preparado de peixe, preferencialmente gordo e inteiro, ao qual se adicionava sal e condimentos para o preservar da decomposição bacteriana) saído da costa algarvia ou da península de Troia fosse o petisco preferido do império romano há mais de 2000 anos. Aliás pensa-se que no estuário do Sado existiam os maiores tanques de salga conhecidos do mundo romano.

São, pois, dezenas de gerações a salgar, a apurar técnicas de conservação e processos culinários que fazem do nosso bacalhau ou dos nossos enchidos, produtos praticamente imbatíveis no mundo gastronómico.

E quando em toda a Europa o consumo de sal se reduziu, com o aparecimento da eletricidade e generalização das cadeias de frio e da pasteurização, na zona mediterrânica, onde a revolução industrial praticamente não chegou, continuou a utilizar-se o sal… excessivamente. Como conservante, reduzindo o risco de contaminação bacteriana nos dias mais quentes, como ajudante tecnológico, por exemplo no fabrico do pão, ou como intensificador do sabor no dia-a-dia de muitas cozinhas onde o sal era barato e acessível compensando a menor frescura dos ingredientes ou a inabilidade dos cozinheiros. Ou, pura e simplesmente, respondendo ao gosto do freguês que preferia pratos “apurados”.

Mas a salga, que nos ajudou e salvou durante milhares de anos, enquanto tínhamos uma esperança de vida média até aos 30-40 anos, deixou de fazer sentido no séc. XX quando passamos a viver até aos 70 ou 80 anos. Nessa altura, percebeu-se muito rapidamente que o sal a mais na alimentação reduzia a capacidade dos rins para remover a água em excesso no nosso organismo aumentando a pressão dentro das artérias. Para se protegerem da pressão excessiva as paredes das artérias ficam mais duras e grossas reduzindo o fluxo de sangue no interior e aumentando de novo a pressão. Menos sangue no coração, no cérebro ou em qualquer outro órgão, significa menos oxigénio e menos nutrientes e risco de bloqueio do sangue originando enfarte do miocárdio, demência ou acidente vascular cerebral.

O aumento da pressão sanguínea é hoje a principal causa do desenvolvimento de doenças cardiovasculares e é responsável por 60% de todos os acidentes vasculares cerebrais (AVC). Em Portugal, existem cerca de 3,5 milhões de hipertensos, sendo os AVC a principal causa de morte. Calcula-se que por hora, 3 portugueses sofram um AVC, sendo um deles mortal. E que cada pessoa com AVC custe por ano cerca de 5800 Euros sendo que os encargos do Sistema Nacional de Saúde em Portugal Continental só com anti-hipertensores ultrapassam anualmente os 200 milhões euros.

Os números desta catástrofe económica, social e mortandade pública não tem paralelo na nossa história recente. Poderíamos dizer que quase todas as famílias portuguesas já sofreram ou irão sofrer esta tragédia.

Apesar da violência dos números e do facto de uma pequena redução no consumo diário de sal poder poupar milhares de mortes e milhões de dias de incapacidade por ano (não só na saúde vascular mas em cancros, problemas ósseos, renais…) a perceção desta realidade não é sentida pela maioria. A oferta excessiva de sal, que mata mais do que os acidentes rodoviários ou doenças infeciosas como a SIDA, é ainda hoje completamente tolerada em Portugal. Rejeita-se com facilidade um vinho com um ligeiro aroma a rolha, mas raramente uma sopa que nos pode matar. Nos restaurantes, em casa ou até nas escolas. Hoje consumimos em média, cerca de 11g de sal por dia e as recomendações da Organização Mundial de Saúde apontam para 5g por dia ou menos.

A nossa sopa caseira, a nossa pastelaria ou a comida consumida fora de casa é ainda muito salgada. Nos últimos anos, os testes realizados apontam para que a quantidade de sal consumida numa só refeição feita fora de casa possa, em muitos casos, ultrapassar metade da dose máxima recomendada diariamente e que alguns alimentos (por ex. bolachas ou produtos de pastelaria) possam conter mais sal por 100g do que produtos tradicionalmente salgados, como as batatas fritas.

O esforço feito pela indústria e pela Direção-Geral da Saúde em encontrar compromissos comuns para a reformulação da oferta alimentar com menos sal está a fazer o seu caminho, mas o cidadão deve saber que pode fazer toda a diferença neste ano de 2016 em que praticamente todos os alimentos embalados possuem no rótulo e por força da lei, a menção do sal que contêm por 100g.

Comparar rótulos é, pois, decisivo. Para quase todos os produtos alimentares à venda existem alternativas com menos sal. Por vezes, as diferenças são enormes. Como se comprova nos cereais de pequeno-almoço, nas bolachas, ou nos molhos… Basta perder um pouco mais de tempo a comparar. E rejeitar as bombas salinas presentes em alguns alimentos como o salmão fumado, em algumas sopas pré-embaladas ou em muita comida consumida fora de casa, muita dela dita gourmet… ou… então típica e de rua…mas basicamente salgada e mortal.

Por Pedro Graça: Diretor do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, da Direção-Geral da Saúde. Doutorado em Nutrição Humana pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) onde é professor associado. Membro do Conselho Científico da ASAE e ponto focal português da Organização Mundial de Saúde e Comissão Europeia na área da alimentação.

 

In Revista Visão, 16-02-2016

 

 

 

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Fruut une-se aos Heróis da Fruta para prevenir obesidade infantil

A Fruut, marca da empresa Frueat (Associada da PortugalFoods), vai oferecer embalagens de fruta desidratada a alunos de 80 escolas. Foi hoje publicamente anunciada a parceria entre a marca portuguesa “Fruut” e o projecto Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável desenvolvido pela APCOI – Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil. Esta parceria vai permitir levar embalagens de fruta desidratada a milhares de alunos em mais de 80 escolas do País.

Confira a notícia completa aqui.

in Revista Agricultura e Mar Atual, 15-02-2016

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